Blog do Sérgio Vieira - Notícias e opiniões sobre Trindade

domingo, 25 de janeiro de 2015

Prefeitura asfaltou as ruas e avenidas do Setor Ana Rosa.

Caminhando pelo Setor Ana Rosa a gente vê ruas asfaltadas mas faltam muros e calçadas nos inúmeros terrenos vazio que são usados como lixeiras.


Lixeira a céu aberto na Rua 110, Setor Ana Rosa.
É bem verdade que a Prefeitura de Trindade demorou umas duas décadas para asfaltar as ruas e avenidas do Setor Ana Rosa. Vários prefeitos deram expediente ali na sede do poder Executivo Municipal, na Praça Constantino Xavier, cujo nome é o do esposo da Ana Rosa, vale lembrar, e nada de pavimentar aquele bairro. Felizmente, o atual prefeito Jânio Darrot (PSDB) fez a máquina municipal girar um tantinho mais rápido e o asfalto tornou-se realidade bem-vinda para aqueles trindadenses. Já não era sem tempo.

Ah, sim! Há lugares em que a qualidade da pavimentação não é lá grande coisa não. E não é necessário diploma de especialista em asfalto para constatar isso. A gente dá de cara com buracos e percebe que a espessura da massa asfáltica e fininha... Mas é evidente que antes assim do que daquela outra forma, em terra de chão batido ou cascalho, que era um sofrimento só para os moradores do local que padeciam na chuva com a lama e a enxurrada e na seca com a poeira.

Contudo, eis que na tarde deste sábado (24), estava caminhando e correndo por algumas ruas do Setor Ana Rosa, em especial a Rua 110, quando verifiquei uma vez mais o quanto é difícil lidar com gente. Todo mundo quer asfalto na rua onde mora, lógico. Agora, fazer calçadas, cuidar dos lotes baldios, pouca gente se interessa por isso. E o pior é que neguinho não pode ver um lugar no desmazelo que faz dali sua lixeira. Já reparou? Se há um lote vazio na região, é daqui pra acolá que um esperto, na cara dura, tira o lixo e entulho de sua casa e deposita naquele lugar que não lhe pertence. Faça-me o favor, né?

A foto acima mostra claramente que tem gente jogando lixo e até mesmo um sofá velho no lugar onde deveria estar uma calçada, na Rua 110, no Setor Ana Rosa. Agora, porque tem capim crescendo por ali é razão suficiente para a criatura jogar seu lixo no lugar? Na, na, ni, na, não! Ora, comportamentos desse tipo atrapalham demais não apenas o serviço público como demonstra absoluto despreparo da população. Penso assim, os próprios moradores do lugar também deveriam encontrar uma forma de pressionar quem possui lotes vazios na localidade a, no mínimo, erguer os muros e construir as calçadas para o bem geral.

Agora, infelizmente, no centro mesmo de Trindade, há donos de terrenos que sequer cuidam do respectivo patrimônio, mas sempre na época da Romaria do Divino Pai Eterno estão ali alugando suas áreas bem localizadas, auferindo "din-din" sem se tocar da responsabilidade de fazer muros e calçadas. Fazer o quê, né? Depois tudo é culpa do prefeito, dos secretários municipais, dos vereadores, menos dos desmazelados proprietários de terrenos aqui na “Capital da fé”.


Breve comentário sobre os dois anos da gestão do prefeito Jânio Darrot.

Administração teve início com uma grande expectativa da população mas até agora as realizações deixam uma sensação de que falta algo realmente novo.



Prefeito de Trindade, Jânio Darrot.
Lá se foram os primeiros dois anos da administração Jânio Darrot (PSDB) à frente da Prefeitura Municipal de Trindade. Nos últimos meses ouvi a mesma pergunta de diversas pessoas do meu convívio e que sabem do meu trabalho aqui neste blog. Qual é a pergunta? Muita gente me questiona sobre a minha opinião a respeito do atual prefeito da “Capital da fé”. Uma hora ou outra a gente vai ter que dar um pitaco sobre esse tema, ora pois. Não percamos mais tempo então...

No finalzinho do ano passado tentei agendar uma entrevista com o prefeito Jânio, estive no Gabinete de Sua Excelência, e falei com uma secretária dele a respeito que me perguntou inclusive qual era o tema. Claro que pensei que a assessoria do prefeito deve estar treinada para filtrar os assuntos que o pessoal da imprensa deseja tratar com o alcaide da “Terra Santa”. Fiz outras tentativas de contato por meio de assessores mas a coisa não andou, não aconteceu, e vamos falar então na base da minha modesta visão das coisas sem ter o ponto de vista do prefeito. Bem, pelo menos neste momento aqui.

O fato do atual prefeito ser um empresário bem-sucedido e de Trindade criou uma expectativa altamente positiva em relação a sua gestão, não há dúvida. E mais ainda pela proximidade, parece até tratar-se de amizade verdadeira de Jânio e o governador Marconi Perillo (PSDB), fomos levados a pensar que a cidade contaria com uma atenção, digamos, especial neste aspecto. Afinal, o contato entre o prefeito e o governador, dessa forma, seria mais direto, sem aquele formalismo entre chefes de poderes apenas.

Mas os primeiros dois anos da gestão de Jânio Darrot, em minha opinião, foram muito normais. Não consegui vislumbrar algo assim especial. Digamos que até o momento acho difícil apontar uma marca típica da atual gestão. Naquilo que é mais visível ainda não vejo nada de tão diferente do que já conhecemos de outros carnavais, digo, administrações. As ruas continuam com buracos demais. O aspecto geral inclusive do centro da cidade não é bonito. Aquela questão do uso das calçadas pelos comerciantes continua em cartaz. Falta asfaltar ainda muitas ruas por toda a cidade. Até a sinalização da região central onde estão as Igrejas (Basílica e Matriz), bem como a Vila São Cottolengo, deixam a desejar, por serem polos de atração dos turistas que vêm aqui semana sim e outra também.

A gente já falou AQUI neste blog da necessidade de se construir um novo prédio para abrigar a Prefeitura de Trindade como um todo, ou seja, um novo centro administrativo do município. Mas nenhuma autoridade municipal fala a respeito disso, enquanto que órgãos municipais funcionam para tudo quanto é banda em prédios alugados. Bom para os proprietários, evidentemente. Mas isso aí não é a situação ideal para a administração pública municipal, com toda a certeza. Afinal, as distâncias entre uma Secretaria e o gabinete do Prefeito certamente não ajudam na qualidade do serviço prestado ao distinto público usuário e pagador de impostos, ouso acreditar.

Economia
O Instituto Mauro Borges de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (IMB), juntamente com a Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento (Segplan), trabalhando também com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), produziu um profundo e abrangente estudo sobre a participação dos 246 municípios goianos na formação do Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás, que foi divulgado no final do ano passado.

No documento mencionado acima, a informação que nos interessa bastante, na condição de economista e blogueiro de Trindade, é salientar que a economia trindadense é a 15ª maior de Goiás. Em valores correntes de 2012, O PIB de Trindade ficou em 1,12 bilhão de reais, o que representou 0,9% em relação do PIB goiano, do tamanho de 123,9 bilhões de reais. Lógico, que não é uma posição a ser menosprezada, em absoluto, mas é preciso deixar o conformismo de lado e fazer crescer mais a economia local.

Nunca é demais lembrar que estamos falando de um município com 115.470 habitantes, segundo estimativa recentemente divulgada pelo IBGE. E no ano de 2010 essa população era de 104.488 habitantes. Note bem como é que a cidade está experimentando um avanço populacional dos mais fortes e que, portanto, precisa crescer a sua economia para garantir emprego para os habitantes, o que fortalecerá a economia local, além de gerar inclusive mais receitas para a própria prefeitura que, diga-se a verdade, arrecada pouco. Segundo técnicos da gestão municipal a receita mensal de Trindade, no pico, chega a 11,0 milhões de reais e só. Observadas as enormes carências do município vemos que convém trabalhar mais e melhor para incrementar essa renda.

E, falando sério, a gente percebe que a principal atividade econômica de Trindade é a prestação de serviços que, em 2012, ficou em R$ 614,2 milhões, respondeu por 55% do PIB trindadense, que bateu na marca de 1,12 bilhão de reais. A Agropecuária que produziu 44.821 reais, no mesmo ano, participou com 4% do PIB da “Capital da fé”, ao passo que a Indústria produziu R$ 346.933, ou seja, 31% do PIB de Trindade. Foram gerados R$ 110,9 milhões em impostos no ano mencionado.

Os números acima referenciados mostram sim a importância do setor de serviços na economia trindadense e, neste caso, vale lembrar que o turismo religioso é mesmo o motor econômico de Trindade, não há dúvida. Afinal, o incremento da visitação, sobretudo de católicos, a Trindade semanalmente, fez surgir uma série de hotéis e pousadas, bares, restaurantes e pizzarias que vêm garantindo emprego, gerando renda e receita para a Prefeitura Municipal também.

E aqui cabe uma indagação. Na atual conformação da economia local, o quê de fato é decorrente de uma ação planejada e executada pela Prefeitura Municipal? Existe uma política pública desenhada, definida mesmo, como estratégia de desenvolvimento? Não digo que não, é claro, mas a impressão que temos é a de que as ações partidas da iniciativa privada, principalmente da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), em razão da construção da nova Basílica, constituem sim o dínamo da economia local.

Olha, talvez até estejam sendo tomadas algumas providências em alguns ou vários pontos aqui salientados por parte da atual administração, mas do lado de cá do balcão a gente tem pouca visibilidade. Ah, sim! Até mesmo a comunicação da atual gestão com a sociedade não é lá muito boa, embora vários integrantes da administração mantenham perfis sobretudo no Facebook, atualizando-os com certa regularidade. Só que isso não basta. A propósito, o atual prefeito rebaixou a Secretaria Municipal de Comunicação Social para Superintendência, o que na minha modesta opinião não foi uma boa iniciativa.

Diante disso tudo é que ainda espero que a partir de agora a gestão de Jânio Darrot dê uma acelerada. Até porque, estamos na segunda metade do atual mandato. Quer dizer, o tempo urge que as coisas aconteçam num ritmo mais veloz. Nos dias de hoje é preciso saber definir prioridades, planejar o que e como fazer, correr atrás dos recursos financeiros e tirar as ideias do papel, trazendo-as para a vida real, que é onde todos nós vivemos e temos nossas necessidades para serem satisfeitas. E o tempo não dá tempo para ninguém, vale lembrar.


sábado, 24 de janeiro de 2015

A moda dos lotes pequenos e ruas estreitas.

Os novos bairros que surgem nas cidades deste Brasil e de Trindade inclusive têm lotes cada vez menores e ruas invariavelmente estreitas.



Vista de uma rua estreita no Setor Monte Cristo.
Virou moda, parece, os loteamentos de hoje em dia terem ruas estreitas toda vida. Pode reparar bem, caro internauta que vez por outra dá uma espiada neste blog. Acho que não estou exagerando coisíssima nenhuma ao afirmar isso aí. As ruas de hoje em dia nos bairros novos estão mais estreitas, o que é visível a olho nu mesmo. Não é preciso um trena para medir e verificar que o espaço está encolhendo demais.

A foto acima mostra uma rua do Setor Cristo Redentor, onde há construções amplas e muito bacanas, mas as ruas são estreitíssimas. Fico pensando na dificuldade que deve ser para um caminhoneiro fazer a entrega de móveis naquelas casas e principalmente no transporte de mudanças para aquela localidade. Afinal, como manobrar um caminhão num espaço exíguo como as ruas que a gente vê nos bairros residenciais da atualidade.

Sabe que até mesmo estacionar um possante qualquer em diversos lugares da cidade é algo complicado. Se um veículo maior é estacionado em um local, convém que o próximo tenha muita atenção se tiver que estacionar porque, dependendo do ponto em que parar o seu carro, o fluxo do trânsito poderá ficar totalmente comprometido. Ah, claro, isso ocorre inclusive na parte, digamos, mais velha de Trindade. Só que, penso, nos bairros novos deveriam ter tomado mais cuidado com as dimensões das ruas, mas ninguém anda se preocupando com coisas assim não.

E isso virou uma praga, viu? Não se trata de esperteza única do pessoal que lança loteamentos em Trindade não. Pode prestação atenção nas demais cidades, que o ilustre internauta haverá de concordar comigo neste particular. Os caras diminuíram o tamanho dos lotes, estreitaram as ruas e isso certamente se reflete para mais na rentabilidade do empreendimento. Como não? Lotes menores em ruas mais estreitas, no conjunto, deve resultar na maior quantidade de terrenos a serem vendidos. E um dinheirinho a mais no bolso, melhor, na conta corrente dos empreendedores imobiliários, é sempre bem-vindo. Sobretudo para eles, evidentemente.

E Trindade está vivendo, digamos, um momento de muitas oportunidades imobiliárias. Há vários loteamentos pintando por aqui na “Terra Santa” e invariavelmente o padrão é o já comentado, lotes menores e ruas estreitas. Talvez não seja a melhor forma de se morar, mas todo mundo quer é ter o a sua casa própria, sair do aluguel, e não raras vezes as opções não são muitas. Se o mercado tem isso para oferecer e o poder público aprova a criação de lotes assim, ao consumidor sobra pouca coisa a fazer a não ser comprar o que está à venda. É isso aí!


sábado, 17 de janeiro de 2015

Algumas breves linhas sobre novelas e que tais.

Novela é um negócio importante que conta a atenção de milhões de brasileiros e até de gente lá no estrangeiro.



Na dramaturgia telenovelística brasileira, sobretudo para as novelas da Rede Globo onde há mais trabalhos gerando maior repercussão em terras desse país “em que se plantando tudo dá”, a gente percebe que há, digamos, lugares comuns capazes de dar nos nervos de qualquer telespectador um tantinho mais cansado da repetição de temas, inclusive das caras dos atores escalados para as tramas da “linha de montagem” lá no Projac.

É claro que novela dá audiência e também outras emissoras de televisão, além da Globo, gastam os tubos produzindo esse tipo de trabalho. A Record, por exemplo, desfalcou parte considerável do elenco global para incrementar sua grade de programação com um monte de novelas. Porém, dia desses vi o ator Alexandre Frota declarando que atuar em novelas fora da Globo garante pouca repercussão. O ator contou que estava protagonizando uma novela em outra emissora, num papel em que havia se relacionado com umas 5 atrizes e a trama girando em torno da personagem que interpretava, mas na vida real se encontrou com um conhecido que lhe perguntou se ele ainda estava trabalhando na TV. Pois é.

Mas voltando ao ponto. A gente vê uma novela e nem é preciso acompanhar a exibição dos capítulos para saber do que rola na trama sempre rocambolesca. Os autores criam coisas assim. O sujeito quer se vingar de alguém e faz o quê? Ora, conquista o/a antagonista e casa-se com ela. E é desse modelo aí. Os caras, homens ou mulheres, põem na cabeça que vão pegar alguém e pegam mesmo. É até engraçado, mas irritante também. Ou não? O cabra pobre de marré marré, sai lá dos cafundós do mundo, se manda para São Paulo ou Rio de Janeiro, enturma com os ricaços, dá em cima do alvo e casa-se com o dito ou a dita, dando continuidade ao plano maquiavelicamente urdido de depenar o milionário mau caráter. Aneim!

Ah, tem mais. As encrencas das tramas ocorrem, na maioria das vezes, no núcleo familiar. Pais e filhos, na dramaturgia novelística tem a função de brigar entre si até o fim da novela. Do nada, está na tela da TV uma briga infinita entre pais e filhos, irmãos e por aí segue a coisa. Na minha modesta visão da coisa, acho isso tudo cansativo e repetitivo demais da conta. Perde-se nada por não acompanhar qualquer dessas atrações em cartaz, eu acho. Todavia, pela grana que esses trabalhos giram e, lógico, considerando a qualidade dos atores e autores, dentre outros profissionais empregados nessas produções, penso, bem que poderiam se esforçar para variar mais a temática.

E vou logo dizendo que entendo nada de televisão, menos ainda de como é escrever e produzir uma novela. A propósito, do que mesmo eu entendo? Sei não, tenho sim é dúvida, muita dúvida, em relação a tudo. No entanto, ouso acreditar que isso aí poderia ser melhor sim. Talento e dinheiro existem demais da conta na televisão brasileira, ninguém pode duvidar. Acredito que estão, os noveleiros evidentemente, trilhando é uma espécie de caminho fácil com resultados positivos garantidos para os envolvidos, no caso, audiência em alta que atrai anunciantes dispostos a investir grana alta nas propagandas entre as partes de cada capítulo e nos merchandising ao longo das cenas.

Outra coisa que acho curiosa é a escalação de determinados atores para os papéis. Não raras vezes, uma atriz interpreta a mãe de alguém mais velho. Ah, sim. A licença poética... Vá lá, mas os caras poderiam dosar um pouco mais a mão nessas ocasiões. Afinal de contas, trata-se de uma atração da televisão brasileira que conta com a atenção de milhões de pessoas por todo o país, inclusive do estrangeiro que compra novelas, seriados e mini-séries. Definitivamente, não é algo pequeno de pouca importância não. Pelo contrário. Estamos diante de algo que afeta a vida das pessoas, dita inclusive comportamento e influencia também decisões de compras dos telespectadores. É isso aí.


Pérolas de bom humor...

Enxada como remédio milagroso para, dentre outros, um dos males do Século XXI, a depressão.


E lá pelas bandas do WhatsApp (ou Zap-Zap, para os mais íntimos...) dei de cara com essa beleza de recomendação para quem anda se queixando de depressão, por exemplo. Tem um pessoal muito criativo nesse mundo de meu Deus. Veja só.





O Cara da Foto

Um paulista que se apaixonou também por Trindade.



Paulista Romualdo Andrade sobre Trindade:
"Finquei bandeira aqui."
Romualdo Andrade é paulista de Fernandópolis, cidade cuja população gira ao redor de 70 mil habitantes, localizada no noroeste de São Paulo, há bem uns 550 quilômetros da Capital daquele estado, digamos, o coração pulsante da economia brasileira. Romualdo é casado com a iporaense Edilene Santos, a sua verdadeira e grande paixão, é necessário deixar bem claro logo de início.

Formado em Letras pela Fundação Educacional de Fernandópolis (FEF), Romualdo é gestor de mídias in door e o principal nome à frente do Guia Lins, ligado à empresa Linsoft, sob o comando do empresário Milton Lins. Diversas empresas aqui na “Capital da fé”, sobretudo as Casas Lotéricas, nas quais a gente fica esperando pelo atendimento diante de monitor de televisão apresentando propaganda do comércio trindadense, o fazem em parceria de negócio sob a gestão de Romualdo Andrade.

Vivendo em Trindade há, mais ou menos, 4 anos, Romualdo Andrade se integrou perfeitamente à rotina da cidade. Aliás, o casal, vale a pena destacar. É que tanto Romualdo como sua esposa Edilene são forasteiros que chegaram à “Terra Santa” e se entrosaram perfeitamente com a gente simpática e acolhedora do local, um dos maiores centros religiosos da fé católica do Brasil, nunca é demais destacar. Afinal de contas, a boa coruja gosta de gabar pelo seu toco, não é mais ou menos isso o que diz um certo ditado popular? Pois então.

Romualdo e Edilene fazem parte do grupo 8 do Curso Intensivo e Vivencial do Casamento (CIVC), onde gozam da amizade e prestígio dos seus companheiros. Segundo o coordenador-geral do CIVC de Trindade, Valdivino Barbosa, “temos muita honra e satisfação por contarmos em nossos quadros com um casal extremamente responsável e dedicado como é o caso do Romualdo e da Edilene, que são verdadeiros esteios de nossa associação”.

Romualdo também integra o Rotary Club de Trindade, desde dezembro de 2012, entidade que atualmente se encontra sob a liderança da presidente Sandra Gonçalves Dias. Sandra não economiza elogios pela atuação de Romualdo Andrade, o tesoureiro da unidade trindadense que funciona há meio século no município. “Romualdo é competente, dedicado, organizado e extremamente comprometido com os objetivos de nossa associação. O cuidado que ele tem tido com a gestão das finanças do Rotary é elogiável e sempre de uma forma transparente e correta. É um grande companheiro que ao lado de sua Edilene fazem o Rotary e a Casa da Amizade brilharem em nosso distrito”, salienta a presidente Sandra Gonçalves Dias.

Quer saber se Romualdo está satisfeito por morar na terra em viveram Constantino Xavier e Ana Rosa, o casal que encontrou o medalhão de barro com a imagem da Santíssima Trindade coroando Nossa Senhora, dando início ao que veio a se transformar na Romaria do Divino Pai Eterno? “Finquei a bandeira aqui, comprei casa e isso graças à Linsoft e, mais ainda, ao Pai Eterno”, declara Romualdo Andrade que no dia 8 deste mês recebeu familiares e amigos na sede do Rotary de Trindade em comemoração aos seus bem vividos 41 anos de idade.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Curiosidade sobre a natureza em Trindade

Vista do morro onde está em construção a nova Basílica da “Capital da fé” e a pergunta é: Como estará a vegetação naquele lugar daqui a uns anos.



Vista do morro onde está sendo construída a nova
Basílica de Trindade: Como estará a vegetação
naquele lugar no futuro?
Dia desses enquanto eu caminhava ali pela Praça Dom Antônio Gomes, onde fica o Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade, ao olhar para o local onde está sendo construída a nova Basílica, reparei que ainda há muitas árvores naquele morro. É bonito de se ver e, claro, faz um bem enorme para o meio ambiente aqui dessa região onde a expansão urbana vem ganhando um ritmo meio que alucinante, nos últimos anos, e isso certamente provocará o encolhimento das áreas verdes daqui.

A marcha do crescimento urbano não raras vezes é inclemente e impiedosa com a natureza, todos sabemos disso muito bem. O pessoal vai pavimentando com cimento e asfalto até mesmo onde a gente enxerga algo muito parecido com um brejo e assim não vai tardar muito e teremos problemas típicos das grandes cidades, como alagamentos, para citar apenas isso aí. É lamentável, evidentemente, porém são as próprias pessoas que produzem essas coisas.

Mas voltando ao início do assunto aqui... Registrei a foto acima com a intenção de ficar reparando os acontecimentos por lá. Como será que vai estar aquela mata, digamos, daqui a uns 5 anos? É só ficar observando o andamento da construção da nova Basílica e de todo o complexo de concreto, tijolos, telhas e asfalto que haverá de surgir em volta da “definitiva morada do Pai Eterno”, em Trindade, para sabermos até quando as árvores, a vegetação atual, estarão de pé no local.