Finanças comportamentais: o peso das emoções na administração do dinheiro (Parte II)
Descubra como o diálogo entre a razão e a emoção pode livrar você das armadilhas dos vieses cognitivos e transformar suas escolhas financeiras em conquistas sólidas; entenda por que o equilíbrio mental vale tanto quanto os números Manoel Souza e o peso das emoções na gestão do dinheiro. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Manoel Souza é Administrador, aposentado do Banco do Brasil, diretor da Associação dos Funcionários, Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil no Distrito Federal (AFABB-DF) e conselheiro da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB). No texto passado (Parte I), vimos que, durante muito tempo, a teoria econômica tradicional partiu da ideia de que as pessoas tomavam decisões financeiras de maneira estritamente racional. Pesquisas das últimas décadas, porém, mostraram que emoções, crenças e experiências passadas influenciam a forma como administramos o dinheiro. Os estudos dos psicólogos Daniel Kahneman e Amos Tversky e do economis...