A campanha foi sem graça, ainda não acabou, mas já está no fim

A novidade talvez seja a falta de dinheiro nas candidaturas, pois a campanha foi modesta



Nossa, como o tempo voa! Estamos a quatro dias das eleições municipais deste 2020, um ano que tem sido do balacobaco. Divino Pai Eterno! E o que dizer da campanha pelos cargos de prefeito, vice e vereador? Aneim! Sem graça demais da conta, é o óbvio. No alarido dos eventos ouvimos nada de novo no cenário, as conversas de sempre, promessas de que o vencedor vai transformar a cidade como se o prefeito tivesse esse poder. Debate de ideias foi o que não se viu acontecer, infelizmente. É que a política está assim mesmo, tudo na base da fulanização. Na propaganda a gente quase escuta o candidato dizendo “vote mim, pois eu sou cara!” Ah, ia me esquecendo. A novidade da atual temporada de caça ao voto talvez seja a falta de dinheiro nas campanhas que se tornaram modestas toda vida, principalmente se a gente compara com outras empreitadas eleitorais não tão distantes assim. No entanto, vejamos como os mais de 84 mil eleitores trindadenses irão decidir no domingo (15). A olho nu a gente é levado a pensar que seja lá qual dos quatro concorrentes (Alexandre, Antônio, George ou Marden) for eleito prefeito de Trindade para 2021-24 não será assim uma surpresa. E muito disso tem a ver com as pesquisas de resultados meio esquisitos que circularam nos últimos dias. Bem, agora é prestar mais um tantinho só de atenção para escolher alguém que se reunirá uma vez por semana ou cinco vezes por mês na Câmara Municipal e ganhar, por isso, um salário de R$ 10,8 mil (vereador). Vamos escolher também uma pessoa que não tem papel específico, mas terá um contracheque de R$ 15 mil todo santo mês, o vice. Por fim, iremos eleger o cara que prometeu quase fazer o céu na terra em Trindade pelos próximos 48 meses, a contar de janeiro do ano que vem, recebendo R$ 21 mil de salário, no caso do prefeito. É isso aí!


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