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7,3 milhões de reais é o resultado da venda de áreas públicas em Trindade

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Compradores devem pagar 10% de entrada e podem parcelar o restante em até 30 parcelas Reprodução do site  Dreamstime Prefeitura de Trindade, sem muito alarde, fechou recentemente vários negócios na posição de vendedora de áreas públicas do município. Isso aí é coisa de uns R$ 7,3 milhões. Nos próximos dias, devem entrar nos cofres do poder Executivo trindadense, alguma coisa ao redor de R$ 730 mil, correspondentes a 10% do valor total, de acordo com a forma de pagamento estabelecida entre as partes, como bem confirmou Fernando Marinho, secretário Municipal de Planejamento, respondendo ao questionamento deste blogueiro durante entrevista ao programa  Léo Machado , via Facebook, na noite desta terça-feira (3). Os compradores devem pagar 10% do valor como entrada e podem parcelar o restante do débito em até 30 pagamentos, prazo camarada cujo término deverá coincidir com o fim do mandato do prefeito Jânio Darrot (PSDB). O reforço de caixa decorrente dessas vendas de

Vereadores aprovaram lei autorizando a venda de áreas públicas em Trindade

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O dinheiro da venda deve ser destinado a investimentos pela cidade Ilustração (Arquivo Imagens do Google) No final do ano legislativo passado, os vereadores trindadenses aprovaram projeto de lei de autoria do prefeito de Trindade autorizando o chefe do poder Executivo a vender áreas públicas no município. Somando tudo dá para estimar a existência de cerca de, pelo menos, 12 áreas espalhadas pelo território da “Capital da Fé” . Numa a valiação segu i ndo valores da própria Prefeitura, não é de todo impossível se cheg ar facilmente a um total que deve girar ao redor de R$ 12 milhões. O objetivo com essa autorização, de acordo com o projeto aprovado , é tornar viável a vend a de parte dos imóveis que integram o patrimônio público para juntar um dinheir inh o a mais na bolsa da “viúva” e, dessa forma, ter recursos para possibilitar a realização de investimentos em diversas áreas sob a gestão municipal.

E de novo falando aqui da venda de áreas públicas em Trindade

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Ainda que a intenção seja boa, “fazer caixa” para financiar investimentos em infraestrutura ou atrair empresas para o município, doar ou vender terrenos públicos deve ser uma excepcionalidade Ah, sim! Estava me esquecendo de voltar a falar daquele projeto já aprovado pela Câmara Municipal, apresentado pelo o prefeito Jânio Darrot (PSDB), cujo objetivo é vender duas áreas públicas lá no setor Cristina Expansão. A justificativa seria, em linguagem simples e direta, fazer caixa para pagar despesas com obras de infraestrutura, principalmente asfalto. Já disse em  post anterior a respeito desse assunto que sou contra isso, mas não custa discorrer mais um pouquinho sobre esse negócio. Não penso que Prefeitura Municipal deva atuar algo parecido com uma imobiliária ou incorporadora para ficar no mercado transacionando áreas, em especial terrenos que poderão fazer falta para o poder público no futuro. Vai que daqui alguns anos seja preciso construir um prédio público, fa

Vereadores aprovam a venda de áreas públicas em Trindade

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Prefeito Jânio Darrot tem folgada maioria na Câmara Municipal que aprovou o projeto de venda de áreas no município   Para surpresa de ninguém, maioria dos vereadores de Trindade, em sessões extraordinárias na semana passada, realizadas pela manhã, com início por volta das 9 h, na quarta-feira (13) e quinta-feira (14), aprovou o projeto do prefeito Jânio Darrot (PSDB), que autoriza a venda de áreas públicas no município. Quando suas excelências querem a coisa flui numa rapidez impressionante no Legislativo, vale destacar. Trata-se de dois terrenos no setor Cristina Expansão, avaliados em R$ 3 milhões. Vereador Samuel Albernaz (PPL), o Samuca, não estava presente, então votaram 16 vereadores. Destes, 12 disseram “Sim, senhor”, enquanto que os vereadores Roni Ferreira, Raphael Gratão, Rildo Ferreira (PDT) e Luiz do Barro Preto (PMDB) votaram contra. A justificativa do projeto é que o dinheiro obtido nesta transação será aplicado pelo prefeito da “Capital da Fé” em investimentos e