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No Dia do Escritor temos dois grandes intelectuais goianos refletindo sobre a atividade de escrever

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“ Refletir a vida por meio da escrita” e também “provocar a imaginação, estimular o sentimento, liberar a mente das pessoas”, tudo isso tem a ver com o trabalho do escritor, nas reflexões de Bento Fleury e Pedro Célio Bento Fleury e Pedro Célio. (Fotos: Reprodução) Nesta segunda-feira (25 de Julho), comemora-se o Dia do Escritor, e com base nisso fizemos contato com dois escritores goianos, intelectuais de reconhecida competência e antenados com a realidade dos dias atuais, com o objetivo de celebrar a data e pensando sobre o ato de escrever como atividade laborativa, digamos assim. Trata-se de Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado, professor que tem doutorado em Geografia, integra a Academia Trindadense de Letras, Ciências e Artes, e Pedro Célio Alves Borges, também professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), com doutorado em Sociologia. Em tempo, Pedro Célio e Nilton Rodrigues são organizadores do livro Por incrível que pareça! Bestiário de uma era negacionista  (Ed. Kelps), q

O livro é um olhar para dentro de si próprio

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Bento Fleury Curado falou sobre a importância do livro nos dias atuais e fortes mudanças de comportamento na vida em sociedade Bento Fleury: O livro é eterno. (Foto: Reprodução/Internet) No sábado (23 de Abril) foi celebrado o Dia Mundial do Livro e o jornalista Antonio Erasmo, conversou com Bento Alves de Araújo Jaime Fleury Curado, professor doutor, integrante e fundador da Academia Trindadense de Letras, Ciências e Artes (ATLECA), sobre a importância do livro. A reflexão do professor Bento Fleury foi ao ar no programa Conexão Goyazes. O professor comentou sobre o que chama de “demonização” do papel e da produção cultural estampada nas páginas, pontuando ainda que o acervo das bibliotecas atualmente é acessado por meio de aparelhos eletrônicos, via internet, enquanto as obras físicas, os livros, continuam “esquecidos nas estantes”, no entendimento de Bento Fleury. “A questão do livro hoje é bastante polêmica, haja vista que existe, infelizmente, uma demonização do papel, uma desvalor