Onde termina o humano e começa a máquina?
O limite da carcaça : um invólucro invisível que destrava o progresso humano e da máquina Flávia de Assis fala sobre o humano e a máquina. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Flávia de Assis e Souza é engenheira e pós-graduada em Qualidade e Produtividade ( USP ), Marketing (ESPM) e Comércio Exterior (FGV), além de autora do livro “ Quatorze: Gerações Conectadas ”, que aborda o equilíbrio entre progresso e simplicidade Há uma dicotomia que muitas vezes passa despercebida. O interior representa a potência e o resultado. O envoltório, por sua vez, exibe e protege essa potência. É assim entre o alimento e sua embalagem, entre os componentes internos de um eletrônico e o seu chassi, entre as estruturas internas de um animal e seu esqueleto. O interior é força, mas, sem o envoltório adequado, o alimento estraga, o eletrônico se oxida, o animal sucumbe. Cuidar apenas do potencial é expô-lo à vulnerabilidade. O progresso humano também segue essa configuração simbiótica. Mentes brilhantes, currículos ...