Quando a alma decide falar: A sensibilidade e o afeto na poesia de Carlos Botelho
Neste Dia Mundial do Livro, descubra "A alma que escreve", a obra do reitor do UniGoyazes que convida o leitor a desacelerar, revisitar memórias e reencontrar a própria essência através de palavras que curam e inspiram
Em um mundo marcado pela pressa e pelo excesso de estímulos digitais, a literatura surge como um refúgio necessário. No contexto das celebrações de 23 de abril, o Dia Mundial do Livro, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1995, com o objetivo de promover a leitura e direitos autorais, a obra "A alma que escreve: Poemas, Versos, Prosas e Amenidades" apresenta-se como um presente àqueles que buscam profundidade.
Escrito por Carlos Augusto de Oliveira Botelho, reitor do Centro Universitário Goyazes (UniGoyazes), o livro não nasceu para explicar a vida, mas para senti-la em sua forma mais crua e pura.
Um gesto de escuta e partilha
O livro é descrito pelo autor como um "gesto de escuta" — do tempo, das lembranças e das inquietações que atravessam a alma humana. Como reitor e educador, Botelho transpõe sua vivência para o papel, transformando o silêncio em palavras e a vida em encontro. A obra é um convite para "ler sem pressa", como quem abre uma janela para um amanhecer silencioso.
Destaques da obra: A voz da alma
A poesia de Botelho transita entre a melancolia e a esperança, sempre com uma honestidade brutal que toca o peito de quem lê. Selecionamos alguns trechos que exemplificam a força de sua escrita:
Sobre a essência do poeta: "Quem é o poeta, afinal, / senão um fiandeiro de ausências, / que trança o silêncio em palavras / e costura histórias com fios de sentir?"
Sobre o autoconhecimento: "Existe um silêncio dentro de nós / que não é vazio — é fonte. [...] 'Caminhe. Ainda existe algo em você melhor do que você.'"
Sobre a pausa necessária (Modo Avião): "Hoje coloco a alma em modo avião. / Não é fuga. / É pouso. / Desconecto do externo / para reconectar com o que sustenta."
Sobre a sabedoria do tempo: "Deixem-me envelhecer com a poesia nos olhos, / Com a calma de quem já atravessou tempestades..."
Um convite ao encontro
"A alma que escreve" é um testemunho de que "a poesia não pertence a quem escreve, mas a quem sente". É um livro que celebra os vínculos, as memórias de infância em Trindade e a gratidão pela vida.
A obra de Carlos Augusto de Oliveira Botelho já está disponível para compra na Amazon, sendo o companheiro ideal para quem deseja celebrar o Dia do Livro com uma leitura que, nas palavras do autor, permite que a "alma que escreveu" encontre a "alma que lê".

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