2026: O ano da virada política no Brasil, Goiás e Trindade
Eleições que redesenham o poder – Quem ganha, quem perde e quem pode surpreender
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| Ilustração com imagem do Canva |
O ano de 2026 promete ser um divisor de águas na política brasileira. Com eleições para presidente da República, o vice, governadores, respectivos vices, deputados estaduais e federais, além de uma vaga no Senado por Estado e suplentes, o tabuleiro político está em plena movimentação. Cada voto contará para definir não apenas os rumos nacionais, mas também os cenários estaduais e municipais.
Brasil: Polarização e continuidade
No plano nacional, a disputa tende a manter a polarização entre forças tradicionais, no caso da atualidade, bolsonaristas (direita e extrema-direita), de um lado, e lulistas e esquerda, de outro. O presidente Lula deve buscar a reeleição, enquanto nomes como Tarcísio de Freitas despontam como alternativas da direita. A ausência de Jair Bolsonaro como candidato direto não elimina sua influência, já que aliados podem herdar sua base eleitoral. Analistas apontam que dificilmente surgirá um outsider competitivo, reforçando a lógica de grupos consolidados.
Goiás: Caiado no Planalto, Vilela no Palácio
Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado deve se afastar para tentar a Presidência, abrindo espaço para Daniel Vilela assumir o comando estadual e disputar a reeleição. Pesquisas indicam Vilela como favorito, seguido por nomes tradicionais como Marconi Perillo. A base governista, fortalecida pela alta aprovação de Caiado, tende a dominar o cenário, com reflexos diretos nos municípios.
Trindade: Disputa local intensa
Na Capital da Fé, a peleja será acirrada. Dois grupos protagonizam a disputa por votos para a Assembleia Legislativa de Goiás (ALEGO): Cristiano Galindo, deputado estadual primo do prefeito Marden Júnior e apoiado pela máquina municipal, e Dr. George Morais, ex-prefeito e deputado estadual em busca de novo mandato. A rivalidade entre ambos promete mobilizar famílias e lideranças locais. No campo federal, a deputada Flávia Morais deve tentar manter sua cadeira na Câmara dos Deputados, possivelmente pelo MDB, o que pode gerar reaproximações estratégicas com Jânio Darrot e Marden Júnior, apesar das rusgas do passado. A união desses nomes sob a base de Daniel Vilela reforça a tendência de concentração de poder.
Espaço para novos nomes? Quase nenhum
A possibilidade de surgimento de um outsider competitivo em Trindade é remota. Campanhas exigem estrutura, recursos e alianças, fatores que favorecem os grupos já estabelecidos. Quem tentar sem esse suporte poderá enfrentar na verdade uma luta inglória. E vale notar ainda que apenas os votos dos trindadenses dificilmente algum deputado estadual ou federal será eleitos, é preciso conquistar votos no máximo dos 246 municípios goianos.
Conclusão: Um cenário de forças consolidadas
Em 2026, tanto no Brasil quanto em Goiás e Trindade, a política será marcada pela força dos grupos tradicionais. A disputa será intensa, mas dentro de um jogo conhecido, onde quem tem máquina, recursos e alianças larga na frente. Para o eleitor, resta acompanhar os movimentos e decidir quem merece seu voto em meio a estratégias cada vez mais sofisticadas e postas em funcionamento, para surpresa de ninguém, na internet pelas redes sociais.

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