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Mostrando postagens com o rótulo Empresas

O maior desafio da liderança mora dentro de quem lidera

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Líderes perfeitos não existem, mas sim os dispostos a aprender continuamente, rever comportamentos e transformar erros em aprendizado Vanessa Carvalho discute o desafio da liderança. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Vanessa Carvalho é sócia-fundadora da CCL Projetos Transformacionais , especialista em Liderança e Gestão de Crises , mestre em Administração e autora do livro Líderes bons também tomam decisões ruins - e você não está imune a isso . Nunca se falou tanto sobre liderança. Empresas investem em inteligência artificial , produtividade e transformação digital . Ao mesmo tempo, aumentam os casos de burnout , a dificuldade de reter talentos, os conflitos entre gerações e a pressão sobre executivos e gestores. É um paradoxo. Quanto mais ferramentas temos para apoiar as decisões, maior parece ser o peso de decidir. Ao longo de mais de duas décadas atuando na liderança de equipes, na gestão de crises , em investigações corporativas e na formação de executivos, percebi que os maiores r...

A ilusão dos 14%: porque a queda da Selic não resolve problemas de caixa

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A queda da Selic pode aliviar a pressão externa, mas jamais substituirá diagnóstico, método e coragem para reestruturar Alan Henrique fala sobre a queda da taxa Selic. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Alan Henrique é diretor de negócios da Valestrá A nova redução da Selic, agora para 14% ao ano, traz um alívio macroeconômico importante. Mas é preciso cuidado com a euforia na leitura desse movimento. A queda dos juros não pode ser interpretada como um sinal verde para adiar decisões difíceis. Ao contrário: este é o momento de urgência para as empresas olharem para dentro, revisarem sua estrutura de capital e corrigirem fragilidades estruturais antes que o mercado volte a precificar risco e cobrar crescimento. É um erro frequente nas mesas de diretoria acreditar que a simples redução da Selic resolverá crises de liquidez e problemas de caixa. Embora a queda dos juros seja um fator positivo, ela é incapaz de corrigir, por si só, fragilidades operacionais e financeiras já instaladas. Seus efei...

Sucessão não é um evento de crise, é um processo de uma década

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Saiba como a transição gradual da autoridade e o novo papel do fundador como mentor diferenciam os negócios sazonais das corporações construídas para durar por gerações Carlos Donzelli discorre sobre sucessão empresarial. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Carlos Donzelli é Head Family Office Magalu e conselheiro do Magalu Na dinâmica dos negócios, a governança , muitas vezes, é testada não pela capacidade de uma empresa gerar lucros em tempos de bonança, mas pela forma como ela gerencia as suas transições mais complexas. Entre todas elas, a sucessão do comando é a mais crítica. O erro mais comum das companhias familiares , inclusive de grande porte, é tratar a troca de liderança como um evento pontual ou, pior, como uma medida de emergência a ser tomada diante de uma crise de saúde ou de um afastamento abrupto do fundador. A sucessão saudável e que preserva o valor de mercado de uma organização não acontece da noite para o dia. Ela é um processo estruturado que exige, no mínimo, uma déca...

O corporativo romantizou o cansaço — e isso está destruindo a performance

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O autor Cesar desmistifica a exaustão como sinônimo de produtividade e revela como a sustentabilidade operacional e a gestão de energia são as verdadeiras chaves para o impacto consistente e a liberdade profissional Cesar Cotait fala sobre a romantização do cansaço. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Cesar Cotait Kara José é Head Global da unidade de negócios de Financial Services da Exadel, empresa global de consultoria e desenvolvimento de software. É autor dos livros “Atleta Corporativo” e “Pilares do Sucesso”, obras dedicadas à liderança, desenvolvimento profissional e alta performance Alta performance no trabalho deixou de ser um ideal aspiracional. Tornou-se uma questão de sobrevivência profissional. Não se trata de trabalhar mais ou tentar sustentar a imagem de um “superprofissional”, mas de permanecer relevante, valioso e competitivo em ambientes cada vez mais exigentes. Organizações não promovem esforço - promovem impacto. Avançam aqueles que resolvem problemas complexos, entregam ...

Atitude vence currículo: 84% das empresas priorizam vontade de aprender na efetivação de estagiários

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Pesquisa inédita do CIEE revela que o comprometimento e a postura profissional superam o domínio técnico avançado na hora da contratação definitiva Uma boa notícia para quem busca consolidar sua carreira: o mercado de trabalho está mais interessado na sua disposição para evoluir do que em um domínio exaustivo de ferramentas técnicas. De acordo com uma pesquisa nacional encomendada pelo CIEE ao Instituto Locomotiva , 84% das empresas afirmam que a abertura ao aprendizado contínuo pesa mais do que a excelência técnica na hora de efetivar um estagiário. Saiba mais da pesquisa clicando  aqui . O que as empresas realmente buscam? - O estudo destaca que ninguém espera que o jovem saiba tudo ao entrar em uma organização, mas espera-se interesse, evolução e atitude profissional. Entre os pilares que garantem a permanência definitiva do estudante estão a postura profissional (ética e responsabilidade), o comprometimento com resultados e a proatividade. Outro dado relevante é que mais da...

Feliz Ano Novo. Agora sim, começou

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A pergunta é simples: sua empresa vai reagir ou vai liderar? Rômulo Rampini : "Feliz ano novo!". (Foto: Divulgação) ARTIGO | Rômulo Rampini é especialista em marketing digital , consultor credenciado SEBRAE MT e diretor da 3TRÊS, agência referência em resultados para empresas de Mato Grosso – @tr3scomvc Se você é empresário no Brasil, sabe que 1º de janeiro é simbólico. O ano começa mesmo depois do Carnaval. Então permita-me dizer oficialmente: feliz ano novo. Agora sim o jogo começou. Passado o modo férias, o mercado entra em modo decisão. Reuniões voltam a acontecer, orçamentos saem da gaveta e projetos que estavam “vamos ver depois do Carnaval” finalmente andam. É nesse ponto que muitas empresas descobrem se estão preparadas ou se apenas estavam ocupadas. 2026 não será um ano comum. Teremos Copa do Mundo , calendário político intenso , muitos feriados prolongados e um consumidor mais cauteloso com dinheiro e tempo. A Copa movimenta atenção, mídia e comportamento de con...

Sucessão empresarial no Brasil: a estratégia começa com "quem"

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Quem possui não apenas a capacidade, mas também a visão necessária para levar a organização ao próximo nível? Carlos Donzelli : Sucessão empresarial no Brasil. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Carlos Donzelli é Head Family Office Magalu e conselheiro do Magalu A realidade dos números é implacável: 75% das empresas familiares no Brasil fecham após serem sucedidas pelos herdeiros, segundo pesquisa da PwC . Este dado torna-se ainda mais preocupante quando consideramos que empresas familiares contribuem com 65% do PIB brasileiro . A pergunta que ecoa nos corredores corporativos é: por que tantas organizações que prosperaram por décadas desmoronam na transição? A resposta está na base de qualquer processo sucessório bem-sucedido: definir o "quem" antes do "como". Esta é a essência do primeiro pilar da sucessão empresarial estratégica . Não se trata de escolher um herdeiro ou indicar um executivo; trata-se de mapear competências, avaliar potencial e garantir que a pessoa ce...

Como construir um processo demissional humanizado

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A responsabilidade de comunicar o desligamento é do líder imediato e não do RH Iraci Bohrer : Humanizar uma decisão difícil. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Iraci Bohrer é autora do livro O jogo invisível das decisões , mentora, empresária, palestrante internacional e criadora do método exclusivo Leitura do Invisível Se o colaborador for pego de surpresa no dia do desligamento, o problema não está na demissão. Está em tudo que deixou de acontecer antes dela. Humanizar o processo demissional não significa suavizar a notícia com palavras bonitas ou terceirizar a conversa difícil para o setor de Recursos Humanos (RH). Significa construir um caminho no qual a decisão, quando chega, já foi sinalizada, discutida e, de alguma forma, esperada. Parece duro? É o contrário. Isso é respeito. A demissão é uma construção. Assim como dedicamos tempo para estruturar um processo seletivo envolvendo etapas, entrevistas e validações, o desligamento também exige método. Feedbacks consistentes ao longo do...

Antes de ser um gestor de talentos, é preciso ser um líder consciente

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Liderança consciente não é decisão concreta de enxergar pessoas como o ativo mais estratégico da empresa Iraci Bohrer: Liderança consciente. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Iraci Bohrer é autora do livro O jogo invisível das decisões, mentora, empresária, palestrante internacional e criadora do método exclusivo Leitura do Invisível Ninguém pede demissão de uma empresa. Pede demissão de um líder. Essa frase pode parecer dura, mas carrega uma verdade que muitos gestores ainda resistem em aceitar. Não adianta investir em employer branding, benefícios flexíveis ou planos de carreira sofisticados se quem conduz o time no dia a dia não sabe (ou não quer) liderar de verdade. O gestor de talentos entende que manter alguém na equipe é apenas o ponto de partida. O verdadeiro trabalho começa no que você faz com quem fica. É a construção diária de propósito, reconhecimento e desafios consistentes que transforma a permanência em uma jornada de desenvolvimento real, tanto para a pe...

Próximas semanas são cruciais para a sobrevivência de empresas que faturam entre R$ 3 milhões e R$ 100 milhões

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Por que as próximas três semanas do ano são cruciais para a sobrevivência de empresas com faturamento entre R$ 3 milhões e R$ 100 milhões? Ricardo Pinheiro : Semanas cruciais pela frente. (Foto: Divulgação) ARTIGO | Ricardo Pinheiro é empreendedor, fundador da N8x Educação - Escola de Negócios e da Relevo Tecnologia , empresa da área de Professional Services , tem mais de 20 anos de experiência em multinacionais como Microsoft, IBM e Thomson Reuters É isso mesmo, é agora que você define se vai começar 2026 ganhando ou perdendo. Não tem meio termo porque o resultado que está para acontecer de agora até 31 de dezembro é, em grande parte, ou até mesmo na totalidade, dependendo do setor, fruto do trabalho realizado nos meses anteriores. Portanto, o líder responsável está ocupado em antever 2026 e preparar o seu time e sua empresa da melhor maneira possível. Visão clara, objetivos concretos e mensuráveis, estratégias bem comunicadas, planejamento adaptável, time flexível e capacitado, co...

A importância da regulamentação das apostas esportivas no Brasil

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A regulamentação adequada contribui para inibir eventuais fraudes, evitando possíveis manipulações em resultados dos jogos Luis Traversa, diretor de operações. (Foto: Divulgação) OPINIÃO | Luis Traversa é Chief Operating Officer (COO) da Betmotion Nunca esteve em tamanha evidência o entretenimento online e, em especial, as apostas esportivas. A diversão proporcionada por essas plataformas atrai cada dia mais pessoas que buscam se distrair e relaxar, seja jogando seus jogos preferidos ou apostando no seu time do coração – e, porque não, seguindo sua intuição. Os números endossam essa tendência. Segundo dados do BNL Data (site informativo do setor de loterias e apostas esportivas), o setor projeta um aumento de 71% em 2023, estimando um faturamento na casa de R$ 12 bilhões no Brasil, ante R$ 7 bilhões faturados em 2020. São mais de 450 casas de apostas esportivas atuando no país atualmente. Com esses números, que expressam um forte crescimento de usuários nos últimos anos e uma grande...

Como as organizações mais resilientes enfrentam a era da disrupção

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As empresas querem líderes que falem sua língua, promovam ambientes inclusivos e abram oportunidades para o sucesso Erika Graciotto, a era da disrupção. (Foto: Divulgação) Artigo | por Erika Graciotto, líder da área de gestão de talentos e employee experience da STW Brasil Nos últimos anos temos vivido muitas situações desafiadoras que exigem preparo e capacidade de adaptação. As mudanças climáticas, a pandemia, as instabilidades geopolíticas, as novas tecnologias, entre outros acontecimentos que alteram o cenário e configuram uma ruptura de padrão também chamada de “era de disrupção”, ou “ age of disruption ”, como o termo foi originalmente criado. Prosperar na era da disrupção não é tarefa fácil e requer movimento, principalmente dos líderes empresariais. No entanto, a maioria dos CEOs considera ser cada vez mais difícil saber por onde começar agir diante de tantas mudanças. Neste caminho, as estratégias de experiência do empregado (EX) possuem um papel bastante importante para a ge...

Descentralizar o poder público está em pauta

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José Maria fala em busca pela aproximação junto às empresas, comunidade e entidades representativas do segmento produtivo      Secretário José Maria. (Foto: Reprodução) José Maria Oliveira Vieira atua há décadas cuidando da contabilidade de empresas em Trindade, um posto privilegiado de observação do comportamento da atividade econômica local. Empossado à frente da Secretaria Municipal da Indústria, Comércio e Serviços em concorrida solenidade na tarde de segunda-feira (29), José Maria tem agora a oportunidade aplicar seus conhecimentos práticos da economia trindadense a fim de implementar ações capazes de garantir crescimento da atividade econômica local. Conversamos com exclusvidade com o novo secretário sobre alguns pontos importantes relacionados à pasta cujo comando acaba de assumor e as respostas estão aí para você internauta. Boa leitura. Blog - Qual a sensação no momento da posse, ficou satisfeito com a demonstração de prestígio ao atrair as presenças...

Francis Albuquerque assumiu vice-presidência da FACIEG

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A posse aconteceu durante evento realizado na quinta-feira (25), em Goiânia Francis Albuquerque empossado. (Foto: Reprodução) Francis Albuquerque, presidente da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Turismo de Trindade (Aciat), assumiu, durante evento na noite de quinta-feira (25), em Goiânia, a função de vice-presidente da Federação das Associações Empresariais e Agropecuárias do Estado de Goiás (FACIEG), cujo presidente é Márcio Luiz, empresário e advogado, de Porangatu. Dessa forma, Trindade é prestigiada ao ter representação numa entidade com atuação bastante consolidada em meio aos agentes produtivos, no entendimento de Francis Albuquerque. "É uma Federação sólida, comprometida com o desenvolvimento industrial e agroindustrial do estado de Goiás", comentou. O evento contou com as presenças de importantes líderes políticos e empresariais, tais como Joel Santana, secretário estadual de Indústria e Comércio; Daniel Vilela, vice-governador de Goiás, V...

Entrevista de emprego: Momento crucial no processo seletivo

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Simplesmente faltar à entrevista sem qualquer justifica prejudica a imagem do candidato Andréa Andrade, CEO da ASH Talento. (Foto: Reprodução) No processo de seleção de futuros empregados ou colaboradores, como costumam dizer os profissionais que atuam na área do recrutamento de pessoal, a entrevista é momento crucial para que o candidato seja avaliado ali na conversa olho no olho. E neste momento, vale lembrar, tudo se encontra em observação e será considerado pelo avaliador, não tenha a menor dúvida disso. Conversamos com Andréa Andrade, Chief Executive Officer (CEO) da ASH Talentos, a respeito da importância da entrevista para a seleção de novos colaboradores. Logo no início, a executiva deixou claro que ignorar este compromisso faz muito mal ao candidato à vaga em questão. “Falta à entrevista de emprego é algo extremamente malvisto no mundo corporativo”, pontua. O mínimo a ser feito, havendo real impedimento de se comparecer a este compromisso, é avisar com a máxima antecedência, r...