Ocupação irregular de espaços urbanos pelo comércio

Lojistas seguem ocupando espaços nas calçadas e até nas ruas

Av. Manoel Monteiro: Placa em vaga de estacionamento.


Muito bom perceber o crescimento das atividades econômicas na cidade, sobretudo o comércio, a parte mais visível, que emprega pessoas, gerando emprego e renda, além de receita de impostos. Isso é bacana, evidentemente. Agora, é desconfortável se constar que há gente expandindo a ocupação de espaços urbanos, em pontos de uso comum. Sim, não é prática apenas de trindadenses a utilização de calçadas como um puxadinho da loja e principalmente de bares. Isso ocorre em quase todo lugar. Os caras vão expondo mercadorias nos espaços que deviam estar liberados permanentemente para os pedestres, sobretudo as pessoas portadoras de necessidades especiais, casos dos cadeirantes e usuários de muletas, bengalas, dentres outros instrumentos, por quem convive com a redução da capacidade de se locomover. Isso é terrível, pois demonstra a insensibilidade diante de quem precisa de maior cuidado e atenção. O pior é que o poder público deixa "como está para ver como é que fica" e sempre há um mais esperto do que outro. E os domínios chegam à rua propriamente dita. Onde devia estar livre para se estacionar, o lojista bota placas de propaganda e "vamos que vamos". E a expansão da área comercial no centro, ali pela Avenida Manoel Monteiro, de Trindade vem diminuindo bastante as vagas de estacionamento. Se a Prefeitura deixa fiscalizar o cumprimento de legislação do código de Posturas a coisa degringola mesmo. Lamentavelmente é assim.

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